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sábado, 27 de junho de 2009

Michael Jackson: sexualidade sempre será um mistério



Na noite de quinta-feira, o rei da música pop deixou de ser um cantor para entrar no seleto grupo de ídolos, ao lado de Elvis Presley e John Lenon. Michael Jackson teve uma parada cardíaca, chegou em coma ao hospital de Los Angeles (EUA) e faleceu em seguida. Justamente semanas depois de ter anunciado sua volta aos palcos em 50 shows ao redor do mundo. Estou ciente que a imprensa [detalhe: a cobertura pela internet deu um "banho" na da TV] já tem esgotado todos os assuntos possíveis referentes à carreira do astro, mas o HdH não poderia deixar de tratar de sua morte e até mesmo fazer uma justa homenagem.

O blog HitNaRede fez um post muito interessante sobre Michael, em que traz uma série de revistas People com o cantor na capa. Mas prefiro, justamente pela temática do HdH, abordar polêmicas envolvendo a sexualidade.

Hetero, homo ou bi. Impossível colocar qualquer tipo de rótulo no menino-prodígio do Jackson Five. As mudanças na sua imagem, iniciadas logo após investir na carreira solo deram os primeiros indícios do que hoje chamamos de metrossexual. Uma série de cirurgias plásticas, embora ele admitisse apenas três; o clareamento da pele, transformando um belo negro em um branco pálido esquisito; sobrancelhas feitas; cabelos alisados; muita maquiagem e roupas pra lá de extravagantes podem confirmar a afirmação. Ainda mais que ele teve três filhos, dois com uma enfermeira e o terceiro de mãe desconhecida. Sem falar em seu casamento meteórico com Lisa Presley, a filha do imortal cantor. Entretanto, as duas acusações de pedofilia por molestar meninos (apenas uma chegou à Justiça e ele foi inocentado) põem em xeque a verdadeira sexualidade do ídolo.

A herança

Mais importante do que a dívida de US$ 500 milhões deixada, o legado de Michael Jackson tem músicas como "Thriller", "Beat It", "Billie Jean", "Bad", "Smooth Criminal" e "Heal the World", que marcaram algum momento da vida de homens e mulheres, heteros e gays. Ele estreou no palco aos quatro anos e aos 12 ficou famoso no mundo todo com o Jackson Five. Em 1979, com a música "Don´t Stop ´Til U Get Enough", aos 20 anos, ele recebeu o primeiro de seus 13 Grammy. Mas foi em 1982, com "Thriller", que Michael virou um dos maiores artistas do mundo. Pelo estilo de cantar. Pelas inovações ao dançar. E pela personalidade que será sempre um mistério, que garantiu uma legião de fãs.


Descanse em paz, Michael.

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